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sexta-feira, 2 de outubro de 2015

"Só os burros é que não mudam"...



"Só os burros é que não mudam". 

A frase não é minha. 

Pertence à gíria popular e a quem - um dia - confrontado com a sua mudança de opinião ou de caminho político, por motivos que não me ocorrem neste momento a usou com toda a presteza. Não merece a pena dizer o seu nome porque todos conhecemos a personagem e não é meu propósito denegri-la mais, até porque, ele a si mesmo por mais estranho que pareça fez por isso ao não cuidar da sua imagem, um facto que eu lamento e, certamente, muitos dos meus compatriotas.


Mas, porque "só os burros é que não mudam" entendo que se António Costa vier a ganhar as eleições sem maioria absoluta, deve repensar - se o aparelho do PS deixar que ele continue a dirigir politicamente o partido - algumas afirmações que disse, compreensíveis, deve dizer-se e entender-se com aqueles partidos, agora coligados e que possivelmente vão ganhar as eleições, tendo conseguido que não acontecesse o naufrágio de Portugal que agora consegue respirar um pouco melhor.

Ser pragmático é uma virtude e não um defeito, sobretudo, quando o exercício do pragmatismo tem como alcance final a defesa do povo português.

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