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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

É preciso fazer todas as pontes



Foto parcial de um diaporama da qual desconheço o autor
e a quem agradeço a benevolência de alguma ilicitude cometida



Neste tempo em que as ideologias se esbateram  - e a esquerda e direita se sentam no Parlamento, deste modo, numa obediência seguidista à Revolução Francesa, mas que hoje não faz sentido - torna-se urgente fazer as pontes políticas que a gravura documenta eloquentemente.
À esquerda e à direita é preciso - e urgente - fazer pontes!
Pontes em todos os sentidos, porquanto, se as não fizermos no breve prazo, o povo pode não vir a perdoar as "manobras" dos bastidores, porque urge salvar a Nação endividada.

Queixa-se o PS - e com alguma razão - de ter sido posto à margem nos primeiros tempos do Governo PSD-CDS, mas não agora, porque há meses, há uma mão que lhe é estendida, não lhe ficando bem fazer de conta que ela não existe em obediência a contas da aritmética do voto, onde se vislumbra, apenas, os cuidados de vir a perder alguns nas próximas eleições para o Parlamento Europeu.

Este é o grande problema da Democracia parlamentar!
E, no entanto, Portugal espera pelas pontes que é preciso fazer à esquerda e à direita, para que no fim o caminho a percorrer seja mais rectilínio.
Será que vamos fazer essas pontes?
O bom senso diz que sim e a "cartilha" partidária, o que diz?
Ficamos à espera para ver.
O nacionalismo - meus senhores - não é uma palavra satânica, mas tão somente, uma palavra que devia honrar os grandes homens!


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